Os anos cortam na carne,
Executam uma operação plástica
Com a trama da lei do tempo de bisturi.
Porém melhoram o espírito
Quando poupam da cirurgia letal
Alguns nobres órgãos,
Bem como costelas, discos,
Neurônios, axônios, terminações
nervosas
E peças em mechas na testa
E no cocuruto.
Bruto é o silêncio do espírito,
Mesmo antes de derrapar
no aerossoma ou perispírito,
Periscópio de um submarino corpo
Sob a marina
Que com a Marina
Arranca tudo do pericárdio
Do peito arfante
Do amante exangue.
Marina que está
Sobre toda a marina
Em seu mar(mar) e barcos
E nos de Claude Monet.
Por ela, Marina,
Há-de vir um príncipe, em princípio,
E queimar todos os seus navios
Para não ter como voltar atrás
Empós o amor
Que o maravilhou na
marina
E, principalmente, em
Marina.
( Cantata principesca de Dom Dorival Caymmi,
Um dom de Deus,
Outro de Dom Juan e Dom Quixote,
Sem chance de Sancho
Para chatear no “chat”).
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